Antes tarde do que nunca. Esperei pra falar do blog Buraco de Traça pra ver se ia engrenar mesmo. Fui falar de outro sobre quadrinhos e cerveja a um tempo atrás, mas esse morreu em 3 posts, tal qual rebatedor pereba de baseball.
O dono do blog, meu camarada Mike (tambem conhecido como Mike para os íntimos) tem o costume de ler alguns tomos por semana, quase na proporção que eu vejo meus seriados (se eu sou hoje um vidiota, ficando horas de frente a TV, seria o editor do Buraco um Livridiota? Acho que ler tras mais cultura que TV... dessa alcunha ele escapa).
O blog anda muito bom, fala de publicações interessantes (o texto do Blade Runner tá show), e eu recomendo.
O lance é manter a assiduidade, Sr. Editor!
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sexta-feira, 29 de junho de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Leitura Recente
Devem ter percebido que o blog não teve tantas atualizações por estes dias. Bons motivos, entretanto: O primeiro é que estou escrevendo para a revista Dragão Brasil, com materias sobre quadrinhos. Minha estreia é neste número 122, com uma matéria sobre a revista DMZ. Não deixem de comprar, ler e comentar, a revista deve chegar as bancas esta semana. Semana passada também escrevi a matéria do número 123, sobre o que considero os quatro pilares da literatura fantástica – JRR Tolkien, Michael Moorcock, Fritz Leiber e Robert E Howard.No meu tempo livre, em vez de escrever sobre os quadrinhos aqui pro blog, acabei por ler dois livros muito bons, ambos do mesmo autor, Frederick Forsyth: O Punho de Deus e O Afegão.
Forsyth é considerado o pai dos thrillers de espionagem. Não classifico como espionagem moderna, mas espionagem geral em sua melhor essência: Seus livros falam desde sociedades secretas nazistas (como O Dossie Odessa) quanto o Al Qaeda (este que terminei de ler recentemente, O Afegão). Este inglês de 69 anos teve sua estreia com o famoso Dia do Chacal, de 1971. Neste livro, a Organisation Armée Secrete contrata um assassino para matar Charles De Gaulle. Depois veio outro clássico, o Dossie Odessa, e em seguida vários livros e contos, ganhando dois prêmios Edgar Allan Poe.
Nos que li recentemente, Frederick Forsyth fala de temas mais modernos, ambos com o Oriente Médio e árabes em seu foco principal. Em o Punho de Deus temos a possivel descoberta de porque os EUA realmente invadiram o Iraque. Em O Afegão, retornamos ao personagem Mike Martin, um dos protagonistas do primeiro, as voltas com a descoberta de outro ataque do Al Qaeda e sua tentativa de o impedir.
Para quem gosta do gênero, é leitura imperdível. Lí as versões publicadas pela Record – a tradução está boa, e embora o formato do livro não seja tão prático quanto os pockets americanos e europeus, valem muito a pena.
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